18 de set de 2009

no trabalho

Próxima segunda será o (re)começo de tudo que diz respeito ao meu trabalho. Começo em uma nova área, com muitas pessoas desconhecidas e algumas que já conheço bem. Desejo-me sorte, muita sorte e sabedoria para poder conduzir tudo da melhor forma, com qualidade e respeito ao próximo, com conhecimento suficiente para ser justa e coerente. Acho que vou dar conta, tenho na minha cabeça essa certeza, que por si só ajuda muito, determinação total!
Imagem: Patricia

11 de set de 2009

encontro marcado

Na ordem, as nurses: Kenia, Karina, Sussu, Eu e Carol. Foto tirada no fim do ano de 2007. Águas já rolaram e muitas coisas aconteceram depois desse tempo. Já não trabalhamos mais juntas, cada uma está seguindo a sua caminhada. A Sú é a que tenho mais contato, que vejo com frequência, minha amiga do peito, que amo e admiro à cada dia. Seria bom reencontrá-las, quem sabe um dia não marcamos esse encontro. Por enquanto fica a saudade :-)

3 de set de 2009

sol e chuva: in-decisão

Tenho fases, como a lua.
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e que vêm
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases, como a lua)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...
Cecília Meireles
Imagem: pessoal* fim de semana em ubatuba

2 de set de 2009

pôr-do-sol


Da varanda de casa, o sol se pondo e eu ali. Só admirando!

Imagem: arquivo pessoal

1 de set de 2009

da importância de vocês

Porque perdoar as pessoas que erraram é tão difícil? Porque precisamos dar ouvidos aqueles com coração de pedra? E porque nos envergonhar de ceder ao pedido de desculpas?
Não sei. A única coisa da qual eu tenho certeza é que o melhor a ser feito em momentos como esse é agir com o coração, é deixar o nosso coração falar alto e escutar. Às vezes eu queria ser mais dura, não ter um coração de mantega, que fica amolecido e é cheio de sentimentos bons. Mas eu sou assim, eu não consigo. Existem coisas que quando quebradas são difíceis de ser concertadas e quando são concertadas ficam mágoas, ressentimentos e feridas que são quase incuráveis e pode ter partes necrosadas e que muitas vezes não voltam ao seu normal. Mas é muito melhor escutar o nosso coração e ser sincera e perdoar se você achar que deve, desabafar, deixar transbordar e soltar tudo que precisa para que tudo seja resolvido da maneira mais pura possível. Uma amizade, assim como em qualquer outro tipo de relacionamento precisa de entrega e de confiança. E não pode ter dúvidas, não pode existir magoas. Nesse contratempo eu passo a refletir nas meninas, nas minhas amigas de sempre, camaradas, amigas irmãs, do peito, que brigo por elas, que me entrego e viro do avesso no que for preciso. Às vezes brigamos, mas eu sei que são pessoas que eu posso confiar. Sou tão grata por elas estarem comigo, por sermos cúmplices umas das outras, pelo o amor cultivado e nutrido com carinho. Às vezes nos afastamos um pouco, mas em outros tempos a aproximação acontece como um furacão. A cada dia que passa, eu às valorizo muito mais, a cada nova situação vivenciada eu tenho plena certeza que sempre estaremos juntas, talvez não seja em tempo real, talvez com um tanto de saudades, mas ali, sempre, do meu lado entre encontros e despedidas, entre pessoas que passam e outras que ficam. Diante de todos os acontecimentos e histórias juntas e outras nem tanto, mas compartilhadas.









Imagens: arquivo pessoal * niver da Déia 2009.

"Canção Excêntrica
Ando à procura de espaço
para o desenho da vida.
Em números me embaraço
e perco sempre a medida.
Se penso encontrar saída,
em vez de abrir um compasso,
protejo-te num abraço
e gero uma despedida.

Se volto sobre o meu passo,
é já distância perdida.
Meu coração, coisa de aço,
começa a achar um cansaço
esta procura de espaço
para o desenho da vida.

Já por exausta e descrida
não me animo a um breve traço:
- saudosa do que não faço,
- do que faço, arrependida."
por: Cecília Meireles